
Recentemente, uma nova prática tem chamado a atenção de viajantes experientes e curiosos: o “check-in chicken”. Com uma mistura de desorganização e táticas inteligentes, essa tendência se baseia em adiar o momento do check-in online até o último minuto, na esperança de conseguir melhores lugares sem pagar por isso. Mas será que essa estratégia realmente funciona? Vamos descobrir.
A origem do “check-in chicken”
O termo “check-in chicken” ganhou popularidade através de uma série de vídeos virais, especialmente no TikTok. O conceito é simples: em vez de fazer o check-in assim que ele estiver disponível – como muitos fazem para garantir melhores lugares ou assentos – você espera até o último minuto. A ideia por trás disso é que as companhias aéreas de baixo custo, como Ryanair e Wizz Air, alocam os assentos de maneira aleatória, começando pelos menos desejáveis e, eventualmente, deixando os assentos mais espaçosos e confortáveis para aqueles que se atreverem a esperar.
A prática, que mais parece um jogo de “quem chega por último” (daí o nome “chicken”, como um jogo de “coragem”), tem como objetivo aproveitar a dinâmica das companhias aéreas que, na maioria das vezes, oferecem assentos extras no final do processo de check-in – geralmente em locais privilegiados, como a frente do avião e as filas de emergência.
Como funciona o “check-in chicken”?
Para entender melhor, basta observar o processo de check-in de muitas companhias aéreas de baixo custo. Em voos com grande demanda, as companhias geralmente começam alocando assentos nas áreas menos desejáveis do avião, como os assentos no meio ou em áreas separadas para casais e grupos. Isso faz com que os passageiros que preferem viajar juntos paguem uma taxa adicional para escolher um lugar mais confortável ou para se sentarem juntos.
Quando você opta por fazer o check-in online no último minuto, corre-se o risco de conseguir os assentos mais baratos, mas em muitos casos, a surpresa pode ser positiva. Alguns viajantes descobrem que, ao esperar até o último momento, eles são “premiados” com assentos mais espaçosos, como as fileiras de emergência ou os assentos da frente, que normalmente são reservados para aqueles que pagam por esses privilégios.
Os benefícios e os riscos do “check-in chicken”
Como qualquer estratégia de viagem, o “check-in chicken” tem seus prós e contras. Por um lado, se você tem flexibilidade e não se importa em arriscar, essa tática pode resultar em um voo mais confortável sem custos adicionais. Em alguns casos, os assentos de última hora podem ser mais vantajosos do que os que você pagaria no momento da reserva, o que pode representar uma economia significativa.
No entanto, o risco está no fato de que as companhias aéreas podem ter um número limitado de assentos restantes ou até mesmo superlotar o voo. Alguns viajantes relataram que, ao tentar usar o “check-in chicken”, acabaram não recebendo nenhum assento disponível, ou foram forçados a se acomodar em lugares menos ideais, como assentos separados de seus acompanhantes ou em posições desconfortáveis.
Além disso, é importante observar que o “check-in chicken” não funciona da mesma forma em todas as companhias aéreas. Algumas, como a EasyJet, podem ser mais rigorosas quanto à alocação de assentos e menos flexíveis quanto às opções de última hora. Portanto, antes de embarcar nessa tática, é fundamental entender como a companhia aérea em questão lida com o processo de check-in.
Vale a pena arriscar?
A estratégia do “check-in chicken” é uma opção que pode ser vantajosa para viagens de curta distância, onde o risco é menor e a flexibilidade no horário do voo pode ser mais interessante. Para voos mais longos ou com maior demanda, o risco de não conseguir o assento desejado pode não valer a pena. A melhor escolha, muitas vezes, é garantir o assento assim que possível, especialmente se você tem preferência por um local específico no avião ou viaja com companhia.
Mas, se você está disposto a correr o risco e tem uma atitude mais descontraída em relação à viagem, pode ser uma forma divertida e econômica de aproveitar um voo sem gastar mais por isso. O “check-in chicken” pode ser o truque que faltava para quem gosta de um pouco de emoção na hora de viajar.
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